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Apesar de pertencer a Espanha, Tenerife tem o seu próprio Governo e um estatuto especial dentro da União Económica Europeia. A monarquia espanhola é representada pelo Rei Carlos e pela Rainha Sofia. O filho deles, o Príncipe Filipe, é o herdeiro do trono.
Mesmo antes das Ilhas Canárias terem sido declaradas uma província independente de Espanha em 1821, já se verificava uma intensa competição entre as duas principais ilhas (Tenerife e Gran Canaria). Em 1982 as Canárias viram o seu desejo de autonomia tornar-se realidade, dentro da política geral de descentralização espanhola. Santa Cruz de Tenerife (representando as ilhas a oriente) juntamente com Las Palmas (pelas ilhas ocidentais), conduz o governo. Santa Cruz detém metade dos departamentos de governo regionais e o Parlamento e o seu governador são apontados por Madrid.
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Tenerife tem 15 membros no Parlamento Canariano, órgão que, para além do papel legislativo, estabelece os orçamentos das ilhas e nomeia representantes para levarem as questões ao continente espanhol.
Tenerife também tem o seu próprio concelho regional (Cabildo Insular), que detém certos poderes de auto-governo e que assume responsabilidades pela manutenção diária de serviços locais. Depois estas funções são delegadas aos municípios e finalmente às autoridades de cada cidade. |
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